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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Photoshop *-*

Nesta aula demos início à utilização do AdobePhtoshop, é uma programa onde podemos alterar todos os tipos de fotografias, e podemos também recuperar fotos antigas que já não estejam em tão bom estado.
Espero que a partir de agora, gostem das fotos, que vos vamos aqui colocar, e não se esqueçam comentem o nosso blog, queremos comentários :)

Beijiinhoo :DD



Formatos de ficheiros de imagem




Distinção entre imagens do tipo bitmap e imagens do tipo vetorial:


  • O formato bitmap é baseado num mapa de bits.
  • O formato vetorial baseia-se em fórmulas matemáticas.





Características dos formatos dos ficheiros do tipo bitmap:
  • BMP (Bitmap)
Um ficheiro BMP é um ficheiro bitmap, ou seja, um ficheiro de imagem gráfico que armazena os pixéis sob a forma de quadro de pontos e gerindo as cores, quer em cor verdadeira, quer graças a uma paleta indexada.
O formato BMP foi estudado de maneira a obter um bitmap independente do periférico de afixação.




  • GIF (Graphic Interchange Format)  
  •  
      Um GIF animado é o termo dado às animações formadas por várias imagens GIF compactadas numa só.   É utilizado para compactar objetos em jogos eletrônicos, para usar como emoticon em mensageiros instantâneos e para enfeitar sites na Internet.



 
  • JPEG (Joint Photographic Experts Groups)

      JPEG
    (ou JPG) é um método comum usado para comprimir imagens fotográficas.
      O grau de redução pode ser ajustado, o que permite a você escolher o tamanho de armazenamento e seu compromisso com a qualidade da imagem.
      Geralmente se obtém uma compressão com pouco perceptível perda na qualidade da imagem.



  • PDF (Portable Document Format)

      O formato de arquivos PDF (Portable Document Format) é cada vez mais utilizado, principalmente por sua característica de evitar que um

    documento seja alterado.
      Assim, trata-se de um formato excelente para a distribuição de livros (e-books), documentos, manuais, entre outros.

                                              



PNG (Portable Network Graphics)


 É um formato de dados utilizado para imagens, que surgiu em 1996 como substituto para o formato GIF, devido ao facto de este último incluir algoritmos patenteados.
  O formato PNG permite comprimir as imagens sem perda de qualidade e retirar o fundo de imagens com o uso do canal alfa.
  O canal alfa, diferentemente da transparência do GIF, é capaz de definir o nível de opacidade de cada pixel, adequando-se a qualquer fundo de um site ou apresentação, sem serrilhamento, algo que não se consegue com os outros formatos populares. Por isso é um formato válido para imagens que precisam manter 100% da qualidade para reuso.




    TIFF (Tagged Image File Format


      É um formato de arquivo que praticamente todos os programas de imagem aceitam. Foi desenvolvido em 1986 pela Aldus e pela Microsoft numa tentativa de criar um padrão para imagens geradas por equipamentos digital.
      O TIFF é capaz de armazenar imagens true color (24 ou 32 bits) e é um formato muito popular para transporte de imagens do desktop para bureaus, para saídas de scanners e separação de cores.
      O TIFF permite que imagens sejam comprimidas usando os métodos LZW, Packbit, Huffman, CCITT, Group III, Group IV e permite salvar campos informativos (caption) dentro do arquivo.
      A compressão LZW, suporta imagens com esquemas de cores não indexadas.




     







    - Características dos formatos dos ficheiros do tipo vetorial:







    SVG (Scalable Vector Graphics)
     

      SVG
    é a abreviatura de Scalable Vector Graphics que pode ser traduzido do inglês como gráficos vetoriais escaláveis. Trata-se de uma linguagem XML para descrever de forma vetorial desenhos e gráficos bidimensionais, quer de forma estática, quer dinâmica ou animada. Umas das principais características dos gráficos vetoriais, é que não perdem qualidade ao serem ampliados.
     

    A grande diferença entre o SVG e outros formatos vetoriais, é o fato de ser um formato aberto, não sendo propriedade de nenhuma empresa.
      Foi criado pela World Wide Web Consortium, responsável pela definição de outros padrões, como o HTML e o XHTML.







    • SXD ( OpenOffice.org DRAW)

      O formato SXD do OpenOffice.org DRAW permite de forma simples o desenho vectorial em trabalhos. 






               




    • PS [PostScrip] e EPS [Encapsulated PostScript] 

       O PostScript é capaz de manipular texto e desenhos de maneira eficiente e com qualidade superior ao bitmap, mas não é capaz de armazenar imagens fotográficas, de modo que elas devem ser representadas como bitmaps.
      O EPS pode ser aberto em softwares gráficos e de desenho, como Adobe Photoshop, CorelDRAW, Adobe Illustrator, etc. Mas quando são abertos em programas de edição de imagem são transformados em pixels essa ação é chamada de "rasterize". 

    •    




      • CDR (CorelDraw)



      O CorelDRAW é um programa de desenho vetorial bidimensional para design gráfico desenvolvido pela Corel Corporation, Canadá. É um aplicativo de ilustração vetorial e layout de página que possibilita a criação e a manipulação de vários produtos, como por exemplo: desenhos artísticos, publicitários, logotipos, capas de revistas, livros, CDs, imagens de objetos para aplicação nas páginas de Internet (botões, ícones, animações gráficas, etc) confecção de cartazes, etc.






      • WMF (Windows Meta File)

      É um formato de arquivo gráfico do Sistema Microsoft Windows , originalmente implementado nos anos 90. Estes arquivos são portáveis entre as aplicações e essencialmente possuem em seu conteúdo a característica gráfica vetorial, que ao ser visualizado mantém as características originais de imagem mesmo quando de sua ampliação.
      WMF foi introduzido no Windows 3.0 inicialmente e é um formato nativo de imagem vetorial nas aplicações do Microsoft Office como Word, PowerPoint e Publisher.










          sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

          No primeiro periodo ...

           Este ano letivo, 2011/2012, tivemos pela primeira vez esta disciplina: Aplicações Informáticas B.
           Consideramos esta disciplina importante pois apredemos diversas coisas, como: criação de blog's, posturas perante um computador, e mesmo manuseamento deste.
           Acabam por ser umas aulas interessantes.
           Esperamos no segundo periodo trabalharmos com programas que não conhecemos, para assim ficarmos a conhecer ainda mais.



          sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

          Cor *

          Conceito:

          A cor é uma percepção visual provocada pela acção de um feixe de fotões sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada do nervo óptico, impressões para o sistema nervoso.



          Existem seis modelos da cor:

          O modelo aditivo:

          è A ausência de cor corresponde a cor preta.

          è A mistura dos comprimentos de onda indica a presença de cor branca.



          O modelo subtrativo:

          è A mistura de cores origina uma cor mais escura (Devido a absorção de mais comprimentos de onda).

          è A ausência de cor corresponde ao branco (nenhum comprimento de onda é absorvido, havendo reflexão total).

          è Explica a mistura de pinturas e tintas.



          O modelo RGB:

          ·         RGB é a abreviatura para o sistema de cores aditivas formado por: Red (vermelho), Green (verde) e Blue (azul).

          Utilização do sistema RBG:

          è Tv e computadores;

          è Datashows;

          è Scanners e câmeras digitais;

          è Fotografia tradicional;



           O modelo HSB:

          ·         Modelo HSB (Hue (matiz), Saturation (saturação) e Brightness (brilho)).

          ·         Sem luz todos os objectos são desprovidos de cor.

          ·         Com base na maneira como as pessoas percepcionam as cores, o modelo de cor HSB define as cores com três atributos: matiz (H), saturação (S) e brilho (B) - (H hue, S saturation, B brightness).



          O Modelo YUV:

           YUV é um espaço de cor normalmente usada como parte de um pipeline, imagem colorida.

          Ele codifica uma imagem colorida ou vídeo, tendo em conta a percepção humana, permitindo que a largura de banda reduzida para crominância componentes, assim, normalmente permitindo erros de transmissão ou artefactos de compressão a ser mais eficiente mascarada pela percepção humana do que usar um "direto" RGB-representação.



          O Modelo CMYK:

           CMYK é a abreviatura do sistema de cores formado por Cíano (Cyan), Magenta (Magenta), Amarelo (Yellow) e Preto.

           O CMYK funciona devido à absorção de luz, pelo facto de que as cores que são vistas vêm da parte da luz que não é absorvida.

           Este sistema é empregado por imprensas, impressoras e fotocopiadoras para reproduzir a maioria das cores do espectro visível, e é conhecido como quadricromia.

          quinta-feira, 17 de novembro de 2011

          Fontes Tipográficas :DD





          Uma fonte tipográfica (também chamada de tipo ou, simplesmente, fonte) é um padrão, variedade ou colecção de caracteres tipográficos com o mesmo desenho ou atributos e, por vezes, com o mesmo tamanho (corpo).
          Assim, dizemos fonte Garamond, fonte Arial, fonte Baskerville, ou fonte negrita, fonte itálica.

          Embora o processador de texto Microsoft Word em versão portuguesa de Portugal use a expressão tipo de letra em vez de fonte, as duas nomenclaturas são perfeitamente aceitas e corretas, sendo o termo fonte, em particular, muito mais usado e difundido.
          A expressão fonte tipográfica é eventualmente usada como um sinónimo de família tipográfica.
          A família tipográfica, porém, é geralmente descrita como um conjunto de variações de determinada fonte (itálico, versalete, etc.).



          Uma família tipográfica é um conjunto de fontes tipográficas com as mesmas características estilísticas fundamentais, porém apresentadas com variações de espessura, largura, altura e outros detalhes.


          Algumas destas variações são mais frequentes nas famílias tipográficas e recebem nomes que se tornaram conhecidos pelo público em geral, tais como bold (negrito), light (claro), regular, itálico, versalete, entre outros.






          Na tipografia, as serifas são os pequenos traços e prolongamentos que ocorrem no fim das hastes das letras.



          As famílias tipográficas sem serifas são conhecidas como sans-serif (do francês "sem serifa"), também chamadas grotescas (de francês grotesque ou do alemão grotesk).


          A classificação dos tipos em serifados e não-serifados é considerado o principal sistema de diferenciação de letras.










          Tipos de fonte bitmapped escaladas: as fontes bitmapped são guardadas como uma matriz de pixéis e, por conseguinte, ao serem ampliadas, perdem a qualidade. São concebidas com uma resolução e um tamanho específicos para uma impressora específica, não podendo ser escaladas. 
          As cinco fontes bitmapped são: courier, MS Sans Serif, MS Serif, Small e Symbol




          Fontes escaladas (TYPE1, TRUE TYPE, OPEN TYPE).



           As fontes escaladas, ao contrário das fontes bitmapped, são definidas matematicamente e podem ser interpretadas (rendering) para qualquer tamanho que forem requisitadas. Estas fontes contêm informação para construir os seus contornos através de linhas e curvas que são preenchidas para apresentarem um aspecto de formas contínuas, tais como as fontes TYPE1, TRUE TYPE e OPEN TYPE.





          Tipos de letra:


          Times New Roman é uma fonte que foi adaptada de tal forma que possui excelente legibilidade, misturando curvas clássicas e serifas, o que permite que seja usada tanto em livros e revistas quanto em textos publicitários e até relatórios de empresas.







          A Garamond divide com a Times New Roman o posto de fonte serifada mais popular do mundo (sendo o tipo serifado mais utilizado na França, seu país de origem).





          Arial é uma Família tipográfica sem-serifa, ou seja, um conjunto de fontes (como Arial Bold, Arial Italic, Arial Bold Italic) derivadas da fonte "padrão" Arial (ou Arial Regular).
          Também pode designar uma fonte específica, a Arial Regular (normalmente não se utiliza o termo "regular" para uma fonte sem negrito, itálico, condensada ou expandida).





          terça-feira, 15 de novembro de 2011

          Aplicações do Código ASCII :DD

          Nós convertemos o nosso nome para a código ASCII através do site http://www.supertrafego.com/ms_codigo_ascii.asp, e o resultado foi este:





          ´


          Escrevemos o nosso nome a partir do site http://www.network-science.de/ascii/ , e o resultado obtido foi este:







          Convertemos 3 imagens através do site http://www.glassgiant.com/ascii/ em imagens ASCII, e o resultado obtido apresenta-se em baixo:



          Converse all star







          Justin Drew Bieber






          Allison Dilaurantis








          sexta-feira, 11 de novembro de 2011

          Tabela de código ASCII *-*

          ASCII (acrónimo para American Standard Code for Information Interchange, que em português significa "Código Padrão Americano para o Intercâmbio de Informação") é uma codificação de caracteres de oito bits baseada no alfabeto inglês.

          Os códigos ASCII representam texto em computadores, equipamentos de comunicação, entre outros dispositivos que trabalham com texto.

          Desenvolvida a partir de 1960, grande parte das codificações de caracteres modernas a herdaram como base.

          A codificação define 128 caracteres, preenchendo completamente os sete bits disponíveis.


          Padrão de codificação de caracteres :)

           Uma codificação de caracteres, é um padrão de relacionamento entre um conjunto de caracteres com um conjunto de outra coisa, como por exemplo números ou pulsos elétricos com o objetivo de facilitar o armazenamento de texto em computadores e sua transmissão através de redes de telecomunicação.

           Exemplos comuns são o código morse que codifica as letras do alfabeto latino e os numerais como sequências de pulsos elétricos de longa e curta duração e também o ASCII que codifica os mesmos grafemas do código morse além de outros símbolos através de números inteiros e da representação binária em sete bits destes mesmos números.


          quinta-feira, 10 de novembro de 2011

          Periféricos informáticos

          Periféricos de entrada:









          Periféricos de saida:










          Periféricos de entrada e saída:







          Armazenamento:

          Neste tipo de recurso existem:


          Os Magnéticos:







          Os semicondutores:





          Os óticos:



          quinta-feira, 27 de outubro de 2011

          Representação Digital de Informação




           Explicação de como se desenvolve um sistema binário.


            Este sistema de numeração binário é muito importante, na medida em que, modernamente, é de largo alcance por ser utilizado nas calculadoras electrónicas, computadores e nas estruturas que envolvem relações binárias.
            Este sistema pode ser chamado sistema de base dois, binário ou dual, o qual utiliza apenas dois algarismos, o 0 e o 1, os quais nas estruturas dessas máquinas se fazem corresponder às situações de sim-não, aberto-fechado, contacto-interrupção, passagem-vedação, etc., uma vez que os circuitos digitais são constituídos por elementos dotados de dois estados distintos.


          Como é que funciona, afinal, este sistema binário?

          Na base dois, um número imediatamente à esquerda de outro, representa, em relação a este, um número de unidades duas vezes maior.



          (..., 2^3, 2^2, 2^1, 2^0)

          Como é que se representa um número decimal (numeração árabe) na base dois?
          Vamos ver os seguintes exemplos:


          Temos então que, para passar da notação binária para a notação decimal, o processo não é muito complexo e é o seguinte, por exemplo:




          10011010(2)=1×2^7+0×2^6+0×2^5+1×2^4+1×2^3+0×2^2+1×2^1+0×2^0

          = 128+0+0+16+8+0+2+0

          =154(10)


           (O que é uma maneira bem mais prática de representar o mesmo número!)


          Como é que se passa da base decimal para a base binária?

          Agora o processo é um pouco mais complexo, mas não deixa de ser interessante, vejamos os seguintes exemplos:
          8(10)= ?(2)
          Façamos o seguinte raciocínio:
                   
          Podemos então concluir que:



          8(10)= ( 8 = 1×2^3+ +0×2^2+ 0×2^1+0×2^0 ) 1000(2)






          sexta-feira, 21 de outubro de 2011

          Mutimédia :DD




          Sincronizacao-dos-contactos-e-dos-dados-de-multimedia-do-seu-telemovel

          Multimedia é pois por definição o que resulta da combinação em computador (ou controlada por ele), de vários meios num resultado que apela a um ou vários sentidos. No entanto, e nesse sentido, considerando aquilo em que se tornou um computador hoje, é evidente que é demasiado restritivo falar e limitar o conceito de multimedia apenas a video, audio ou animação (para os meios dinâmicos) ou a texto, gráficos ou fotografia.






          Tipos de media (quanto à sua natureza espácio-temporal):

           

           Quanto à sua natureza espácio-temporal:

           

          Estáticos, que também podem ser chamados de discretos ou espaciais, agrupam elementos de informação independentes do tempo, alterando apenas a sua dimensão no espaço, tais como:

           

          •  Imagens/Gráficos





          • Texto




          • Dinâmicos, que também podem ser chamados de contínuos ou temporais agrupam elementos de informação dependentes do tempo. Há alteração de informação, no decorrer do tempo, como por exemplo:

           

          •  Áudio






          • Vídeo




          • Animação







          2. Quanto à sua origem

           

          Os média podem ser capturados ou sintetizados:

           

          •     São capturados aqueles que foram feitos no exterior para dentro do computador, utilizando um hardware específico, como por exemplo as câmaras digitais (para fotos), os microfones (para aúdio), câmaras de filmar digitais (para vídeos), entre outros hardwares.





          • São sintetizados, os tipos de média que são produzidos por um software específico no computador, como por exemplo o paint (criar imagens), adobe movie maker (criar filmes), entre outros.




          Online:
           

          Em termos gerais quando falamos em divulgação de conteúdos online estamos a falar sobre a World Wide Web, mas este não é a única forma de o fazer.

          Aliás, nem é necessário estar ligado à rede informática para se ter uma divulgação multimédia online.

          Basta simplesmente colocar monitores ligados a computadores que sem estarem ligados à rede têm a informação gravada no seu disco.

                                      

          Vantagens:

          Através da divulgação de conteúdos multimédia online a principal vantagem com que nos deparamos é a possibilidade de ser acessível a uma maior variedade de pessoas, pois basta ao utilizador aceder a rede para ter ao seu dispor vários conteúdos multimédia.

          Desvantagens:

          Normalmente os conteúdos multimédia são ficheiros muito “pesados” contendo centenas de MB. Isto dificulta ao utilizador ter acesso a eles via online, pois é mais difícil e demora mais tempo aceder a esses mesmos conteúdos multimédia.

           

           

          Offline:

           

          A divulgação de conteúdos multimédia Offline é feita através de unidades de  armazenamento maioritariamente do tipo digital.

          No caso da divulgação de conteúdos Offline os suportes que são utilizados na grande maioria das vezes são os CD's e DVD's.

           

          Vantagens:

           

          Para o utilizador é mais fácil ter acesso aos dispositivos que façam a divulgação dos conteúdos multimédia como os CD’S e os DVD’s e é também mais fácil de os utilizar desta forma visto que os CD’s e DVD’s têm uma maior capacidade de armazenamento sendo assim capazes de armazenar os conteúdos multimédia.

           

          Desvantagens:

           

          A desvantagem neste tipo de divulgação de conteúdos é que o utilizador tem de transportar os dispositivos com ele o que os torna menos acessível.

          Enquanto que pela via online apenas tem de aceder a rede.